Tool call
O modelo escrevendo o nome de uma ferramenta e os argumentos. É só texto: quem executa é o programa.
Onde você esbarra nisso
Quando você vê no registro que o agente "tentou" fazer algo e não fez. Ele pediu, e alguém no meio do caminho não deixou. Esse alguém é o que te protege.
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O que é
O modelo não executa nada. Quando ele "usa uma ferramenta", o que ele faz é escrever um pedacinho de texto estruturado dizendo qual ferramenta e com quais argumentos, e parar.
Aí o harness lê esse texto, decide se executa, executa, e devolve o resultado. O modelo é quem pede. O programa é quem faz.
O que muda pro teu negócio
Essa separação é onde mora todo o controle que você tem sobre um agente.
Como a execução é do programa e não do modelo, existe um ponto natural pra pedir confirmação, para recusar, para registrar o que foi feito e para limitar o que pode ser feito. É esse espaço que vira o Permission request.
Quem monta um agente sem aproveitar esse ponto entregou o controle de graça. E ele estava ali, disponível, no meio do caminho.
Fontes
Skill `claude-api` (cache 2026-06-24): a resposta traz blocos de chamada de ferramenta que o cliente executa e devolve como resultado.
AI Coding Dictionary, verbete "Tool call", Matt Pocock. A frase dele de que a chamada é apenas texto estruturado é a que desfaz a ilusão. Quem lê e executa é o harness.